Cartões de Crédito



A facilidade de acesso ao cartão de crédito por parte dos cidadão, levou à vulgarização de um produto bancário que em tempos idos estava reservado a poucos e que, em geral, era olhado com muitas reservas e desconfiança.
A massificação do cartão de crédito, levou a que o mesmo seja visto como uma ferramenta muito útil e até mesmo essencial na vida quotidiana, que permite o acesso de forma rápida e desburocratizada ao dinheiro que carecemos para a compra de uma simples peça de vestuário, ou a reserva e pagamento de umas belas férias a bordo de um Cruzeiro, percorrendo as mais variadas instâncias turísticas.

Alterada a lei de defesa do consumidor



Foi em 1981 que foi publicada a primeira lei nacional de defesa do consumidor, à qual se sucedeu, em 1996 a legislação atualmente em vigor, também já ela objeto de quatro alterações desde essa data, a última das quais ocorreu em julho deste ano.
A lei de defesa do consumidor enumera os direitos do consumidor, e que são os seguintes: o direito à proteção da saúde e da segurança física; o direito à formação e à educação para o consumo; o direito à informação para o consumo; o direito à proteção dos interesses económicos; o direito à prevenção e à reparação dos danos patrimoniais ou não patrimoniais que resultem da ofensa de interesses ou direitos individuais homogéneos, coletivos ou difusos; o direito à proteção jurídica e a uma justiça acessível e pronta e o direito à participação, por via representativa, na definição legal ou administrativa dos seus direitos e interesses.

PLANEAR A REFORMA



A passagem à situação de reforma determina geralmente a diminuição do nível de rendimento disponível. Para evitar que tal aconteça, devemos estabelecer atempada e esclarecidamente, um plano de poupança gerador de rendimentos complementares à pensão de reforma.
Quando iniciamos a nossa vida de trabalho, devemos definir um montante mensal destinado à poupança, que periodicamente deve ser revisto e atualizado, mormente, em função dos rendimentos, da remuneração que esperamos obter com as aplicações financeiras escolhidas e da idade.
Não devemos começar a poupar para a reforma apenas quando o período de vida ativa está a cinco ou dez anos do fim, pois poderemos não conseguir acumular o suficiente para manter o nível de vida.

Cuidados a ter quando investimos



O recente caso BES é um alerta importante aos investidores para que, no momento em que investem, estarem devidamente informados e conscientes relativamente ao produto financeiro que estão a adquirir, quais os benefícios, mas também os riscos associados.
Na realidade, vimos e ouvimos a propósito do que se passou com aquele Banco, que muitos pequenos investidores, clientes e acionistas do BES, foram aconselhados pelos seus gestores de conta a investir no aumento de capital que aquele banco efetuou em junho do ano passado e agora, com a hecatombe que o banco teve, viram esfumar-se em poucos dias, poupanças que foram efetuadas ao longo de anos de trabalho.

Terras de Bouro já tem um Serviço Municipal de Apoio ao Consumidor (SMAC)







A Câmara Municipal de Terras de Bouro e o CIAB – Tribunal Arbitral de Consumo, inauguraram  no dia  29 de setembro o Serviço Municipal de Apoio ao Consumidor (SMAC), instalado na Câmara Municipal de Terras de Bouro.

Prevenir o incumprimento



Já diziam os nossos antepassados que “prevenir é o melhor remédio” e tinham toda a razão. Evitar determinadas situações e problemas só se consegue se prevenirmos antecipadamente os acontecimentos pois só assim estaremos preparados para os evitar.

OS CONSUMIDORES E OS PACOTES DE TELECOMUNICAÇÕES



Cada vez podemos dizer com mais propriedade que “todos somos consumidores e quase todos somos consumidores de serviços de telecomunicações”. De facto, segundo os números recentemente divulgados pela ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), o número de subscritores de serviços de pacotes de telecomunicações continua a aumentar.