A passagem à situação de
reforma determina geralmente a diminuição do nível de rendimento disponível.
Para evitar que tal aconteça, devemos estabelecer atempada e esclarecidamente,
um plano de poupança gerador de rendimentos complementares à pensão de reforma.
Quando iniciamos a nossa
vida de trabalho, devemos definir um montante mensal destinado à poupança, que
periodicamente deve ser revisto e atualizado, mormente, em função dos
rendimentos, da remuneração que esperamos obter com as aplicações financeiras
escolhidas e da idade.
Não devemos começar a poupar para a
reforma apenas quando o período de vida ativa está a cinco ou dez anos do fim,
pois poderemos não conseguir acumular o suficiente para manter o nível de vida.